quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Caro Ano Novo


2010,

todos esperam muito de você, inclusive eu... no geral eu sei que a expectativa é que você venha cheio de paz, amor, alegria, sucesso, dinheiro até. Bom, mas todo mundo já sabe que você não vai ser assim, não o tempo todo. Mas, 2010 com as coisas ruins, traga brindes como soluções, pessoas para nos confortar e uma super 'pitada' de aprendizado. Meu caro 2010 veja ai se você esta trazendo luz para novas jornadas, porque eu, eu vou precisar, não esqueça também de ajuda nas minhas decisões. É isso, 2010... pode entrar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Para mim é muito difícil usar da sinceridade,
ou ela faz doer ou ela dói em mim.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

- 'Então quer dizer, que eu me enganei todas as outras vezes, só agora eu realmente sei o que é sentir."

SOBRE A ÚLTIMA POSTAGEM, EU ESTAVA ENGANADO, NA VERDADE EU SÓ ESPECIAL, SÓ POR TER NASCIDO.

sábado, 14 de novembro de 2009

Tudo que digo, também pode ser nada

Agora já tenho mais idade, 16 anos, tão pouco isso mudou minha face ou meu caráter, os meus defeitos também são os mesmos, esses defeitos que parece que só eu percebo.
Ainda não deixou de me parecer que tudo é uma farsa e que eu não sou mesmo ninguém, ainda acredito não ser uma peça importante na vida de ninguém, ainda acredito que as pessoas costumam me lembrar só quando precisam de mim. A minha tristeza, angústia, solidão, o meu medo, a minha falta de coragem, o meu ser nada ousado ainda continuam no mesmo lugar, na mesma grande parte dos meus pensamentos. Ouço sempre que resolvo problemas, mas os meus não consigo e tão pouco tenho alguém pra me ouvir, pra me entender, alguém que eu consiga falar tudo, que não seja eu mesmo.
De certo, todo esse meu complexo vem das minhas falhas físicas, mentais... dessa minha falta de talento, dessas minhas brincadeiras que no final não dizem nada, até mesmo dessa minha falta de capacidade... não adiantar para mim, ser todo de elogios na boca das pessoas, se não sou nada em si.

Bom, eu tenho alguns poucos e bons amigos, alguns momentos de felicidades, algumas pessoas que eu amo muito, alguns de quem espero demais, outros que sei que nada posso esperar. Não quero fingir ser outra pessoa, o meu problema é que quero ser alguém.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Um dia acordei, e resolvi que estava tudo bem.

sábado, 29 de agosto de 2009

"Cheguei ao fundo do poço, triste, ferido e cansado. Passei o meu dedo indicador naquela lama e nas paredes começei a escrever. Depois juntei tudo que tinha escrito, e resolvi fazer uma escada."
Bom, eu escrevi uma carta, as coisas mudaram e eu não pude mandá-la, as coisas que estavam escritas, de verdade viraram mentiras.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O navio.

Era uma vez um navio, um navio que velejava a pouco tempo, mas todos achavam que tinham mais idade do que era verdade. Bom, a diferença é esse navio carregava todos os seus tripulantes em uma cabine do lado esquerdo, a cabine de comando. Não existia pessoas espalhadas nele, todos estavam ali na cabine de controle, e outras pessoas? Só se fossem de outro navio. É claro que algumas alguns de seus tripulantes saíram correndo dessa cabine e se jogaram ao mar, nada podia fazer, afinal era ele que sempre deixava os outros decidirem.
Na verdade aquele não era o navio mais cheio de certezas que existe no oceano, sabia estar ora em uma rota, ora em outra rotas. Se dividia por rotas, dava importância a umas e a outras nem tanto. Nos portos e em outros lugares que reuniam pedestres se dizia, aquele é o navio que eu sempre quis navegar, isso passava na boca das moças ou dos mais sábios, ou até dos simples encantados.

O navio tinha poucas certeza, quase nenhuma. Ele apenas sabia que havia ainda muito por onde andar, muito para se saber. Que o seu caminho estava só começando, e que não era a hora de baixar a sua vela, que era hora de levantá-la, quem sabe até comprar uma nova. O navio gostava de outros navios, de ter eles por perto, para não andar hora alguma.

Bom, se você não entendeu ainda que navio é esse de quem falo, vamos pensar assim: Você assim como eu, é um navio. Naufragar? Quem decide é você.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Neste momento

Sentir nesse momento é algo que me esta sendo muito agradável.
Sentir nesse momento prova a mim que o melhor ainda estava por vir.
Todo este sentir fez com que eu me ultrapassasse, em sentidos que só eu posso entender.
O que sinto agora me faz tão bem.
Não sei se será para sempre, ou se logo vai passar.
Não posso ter essas certezas que queria.

sábado, 25 de abril de 2009

"As vezes temos que escolher, entre subir em uma corda ou soltar-se dela, eu escolho soltá-la para cair plenamente nos braços da felicidade."

terça-feira, 21 de abril de 2009

Até agora...

...Muita coisa não mudou, mas o que tenho de maior novidade é que depois de um longo tempo viajei em férias com minha família, não foi bem em férias, porque eu não estava e sim o meu PAI.
Vários Shopings, praia, e orgulhosamente/vergonhasamente, confesso que eu, um soteropolitano, conheci o Pelourinho e o Elevador Lacerda com 15 anos. Putz. Nem eu sei porque!

(ANTES TARDE DO QUE NUNCA)

Ai vai imagens do passeio e também um foto que esta em especial para mim:




foto 1 - se liga na placa
foto 2 - Pelourinho
foto 3 - Me emociona, e não é por causa do gol vermelho!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Por esse tempo,



Bom, por este tempo em que passei distante daqui, passei por turbulências, de uma escola para outra, tendo que tomar decisões que vão influenciar toda minha vida, derramando lágrimas, precisando de colo fiquei um mês longe de casa, mas, agora estou de volta, não voltei exclamando que agora sei o valor que tem os pais, sempre soube o valor que eles possuem. Voltei exclamando valores mais simples, voltei exclamando o valor real que a minha alegira tem, e quando falo de minha alegria envolvo mil e outras pessoas. Volto para casa deixando novas pessoas, mas, guardando elas para sempre em meu coração, nessa ida ao mundo quase me apaixonei, mas, antes disso pude perceber que existem amizades que começam amizades e vão ser pra sempre amizades.
Volto confiando no altíssimo, volto confiando que ele me dará novas oportunidades, que ele me quer mais perto dele, que ele cuida de mim, e nunca me entregou ao mal, louvo a ele por isso e deixo aqui registrado a minha real fé em DEUS.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O cachorro e a menina


O cachorro vivia solto pela rua e a menina triste por ai. Um dia se encontraram, e a menina quis levar o cachorro para casa, prometendo comida, água e carinho. O cachorro tinha dado seu carinho para a menina e ela queria tê-lo para o resto da vida. O cachorro não tinha certeza, a menina tinha oferecido tudo que ele queria. Então o cachorro foi.

Foi um mês inteiro de alegria. Trocavam carinho, rolavam pelo quintal. A menina mandava no cachoro, fazia com que ele fosse até a árvore e voltasse. O pai não gostava de cachorros. Quando o pai chegava, o chachorro se escondia. Depois a menina o chamava e ele ia. A menina alegre dizia que o amava. O cachorro não lambia o rosto da menina. A menina estava satisfeita, mas, sentia falta da lambida. Já o cachorro tentava se enganar. Ele não estava feliz. Não estava satisfeito, aquela água, aquela comida, o abrigo, o pai. Mas, o cachorro queria estar, só que não conseguia. 
Ainda se enganou por um tempo, o cachorro. Mas, cansou. A menina não. Elel começou a latir diferente. Ela tentava ainda brincar. Pobre menina. O cachorro não queria mais enganar-se. Ela afroxou a coleira. 

A menina trouxe comida. O cachorro se foi. Pois bem, os dois voltaram a ser o que antes eram. Porém o chachorro foi embora sem a ter lambido.

Uendel Barbosa Oliveira,
Estou falando é de relacionamento

O passarinho



Bom, existia um passarinho apreciado por todos, nunca tinha ouvido falar de alguém que não gostasse dele. Um dia eu parado por ai veio o passarinho e pousou perto de mim. Olhei-o e ri. Ri do seu jeito de mexer a cabeça, ri do seu canto. O passarinho me olhou e riu de mim, não tanto como eu dele.
Se passou não muito tempo e o passarinho chegou mais perto, ele me dava música e eu alimento. As coisas iam melhorando, aos poucos ele me levava para conhecer as árvores e eu ria, eu lhe mostrava o azul do céu e ele fingia que não conhecia o céu, veja, um passarinho fingindo que não conhecia o céu, chegava a ser bonito.
Eu o esperava no nosso rotineiro ponto, não demorou a chegar como nas outras vezes. Nunca trocavámos comunicação no primeiro momento, como todos os outros amigos faziam, não eramos do tipo normal. Então ele veio e não me deu boa música, eu imaginei que o passarinho estava com problemas. Estendi minha mão com humilde alimento, o passarinho devorou tudo e tirou um pedaçinho do meu dedo, eu claro, me assustei e fiz caretas engraçadas. O passarinho me deu música que fazia doer. Doer o dedo, o coração, a amizade. Acabou a música e o passarinho se foi, se foi para o ninho que eu não conseguia enxergar. Eu fiquei, um rato.


Escrito por Uendel Barbosa Oliveira, madrugada de 2/02/09
Estou falando é de amizade

domingo, 1 de fevereiro de 2009




Meus singelos desenhos, nada artísticos.

Crônica do Ontem e do Hoje




Ainda é fim de ontem, já é começo de hoje. As coisas são assim. São assim - ontem e hoje pra mim se embaralham, vejo que é hoje e parece ser ontem, e sendo assim prefiro ficar com o hoje, porque sei que o ontem não volta mais. Estou falando é de amor.


Uendel Barbosa Oliveira, madrugada de 01/02/09.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Eu estou certo


Eu vôo sem parar, as pessoas lá embaixo olham para o meu preto que se destaca no céu, todos gritam meu nome: Olha o urubu! Trim, trim, trim, hora de acordar, droga! Eu não sou um urubu, aquele velho deve estar no sofá, cadê a minha calça preta? Meu sapato, um com cadarço outro não, eu lembro daquele dia que roubaram esse tênis, aquele usuário levando eles pelo cadarço, era tirar minha honra, sai planando como um urubu, meu bico era a mira, por um momento, todo o som do mundo parou, ficou apenas os meus movimentos, peguei o tênis e planei sem olhar para trás, pousei e vi que um sapato estava sem o cadarço, não quis botar outro, para deixar marcado meu ato de urubu, mas, ta na hora tenho que ir.

Tchau seu Neto! Hoje tudo foi chato nessa escola, não quero ir pra casa, vou passar na padaria e compro qualquer coisa, aquele padeiro me conhece, sabe até quem é meu pai, mas não olha em meus olhos ele deve me achar estranho, também (risos), quem pede café com pão de outro dia não deve parecer normal, vou para a minha colina, lá é meu lugar, e o padeiro? Que se dane! Os urubus comem coisas estranhas e são superiores a esse gordo cansado.

Aqui estou, na colina, no ambiente das reuniões, no salão de dança, vou para o centro, o topo, aqui eles podem me ver, posso ser o ponto central dos seus passos de dança, danço com eles, abro os meus braços, sinto que passam por mim, sei que querem que eu vá com eles, deito na colina quando o sol esta se pondo, espero a noite chegar é o momento que todos eles somem no escuro do céu, também queria sumir na noite, é na noite que o bêbado chega em casa, que a irmã drogada enlouquece e se perde em meio a fumaça. O pior é ter que sair da colina, ter de sair da realidade e descer da montanha de lixo, na verdade sou um urubu, o erro foi que nasci gente. Talvez tenha que entender os incompreensíveis humanos, para ganhar as asas, com as quais tanto sonho.

Casa, isto não é parecido com uma casa, na verdade eu moro em uma espécie de moradouro, nº 34, terceiro andar, estas escadas caindo, estas paredes sujas, que não lembram nem um pouco o céu onde eu deveria estar, pegar a chave para abrir a porta é como ter a escolha de abrir  a porta do inferno, infelizmente é lá que estão minhas coisas. O velho do sofá pergunta aonde eu estava, não respondi, fecho a porta do quarto, ele bate e avisa que a drogada foi embora, vai se danar velho, eu não suporto essa voz se dirigindo a mim, tiro a minha roupa antes de deitar, fico nu, me sinto leve, sem roupa deve ser mais fácil voar, todas as noites terminam com o barulho do despertador, essa foi diferente, acordo com uma arma apontada para minha cabeça, minha irmã deve dinheiro a esses caras, ela sumiu na fumaça e eu aqui sentado no sofá enquanto eles discutem com o velho bebâdo, agora eles vão dar um fim em mim e no velho, mandaram eu descer a escada, não deixaram eu vestir nada, mandaram eu entrar naquele carro preto, aquele carro seria meu transporte para a morte, mas, não entrei, não tive medo daquela arma, não tive vergonha do meu corpo sem roupas, estava resolvido, vou correr mais rápido do que o vôo de um urubu, eles não vão me guiar desta vez, o sol ainda não nasceu, corro, corro, passo pela escola, pela padaria, pela colina, pelas lembranças, não vou ver mais o velho, nem a irmã, não agüento mais correr, urubus aparecem em meio a noite escura passam por mim, isto é um sinal, não posso parar, eles vão me guiar agora, mas, o caminho termina, me levaram até um penhasco, eles formam um círculo no céu, parece que chegou ao fim e raiou o começo, já sei que ser gente é viver a verdade, e a verdade das pessoas as leva pro fundo de um buraco, leva para o escuro, mas, não esconde as pessoas, deixando que sejam vistos como coisas sujas que são, não é essa a verdade que quero, quero a verdade dos urubus, que não possuem esse castigo que é poder pensar. Chego a beira daquela serra alta nada parecida com os penhascos da América do Norte, abro os braços e me solto do chão, para enfim ser um tão majestoso urubu.



Obs: Todo momento o leitor leu pensamentos da personagem, personagem que se afoga nos pensamentos. Poderia colocar como foi a vida do personagem como urubu, mas, urubus não pensam.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Unf,

bom, Ano novo...
a crise aparece na tv, outro hora nem tanto...
a dengue aparece por aqui, outra hora nem tanto
a Dilma Russef sempre é legendada como preferida do Lula para presidência do Brasil...

Mas, as expectativas para esse ano são várias... Brasil pra frente, diminuição da violência, menor índice de analfabetos, mas, sera que vai ser esse ano ou o ELO VIDA MUNDIAL, vai deixar pra 2010? Isso eu não sei.
Bom, o que eu sei... É que a Dercy não vai fazer nada esse ano...
 Que o Faustão vai continuar nas tardes de Domingo... O que eu sei é que ainda vai vir aquela noticia q vai ficar um tempão na tv e q vai deixar o Brasil comovido...
Mas, falando nisso: violência..(que é o que vai ser essa noticia) a única coisa que eu sei, é que se vocÊ não pode mudar o MUNDO, pode mudar uma pessoa... Essa lição foi a que eu aprendi no filme Hancock, alguém mais tirou essa conclusão do filme?... Eu e mais três amigos sim. (um deles acabou de entrar no msn/ Hudson acabou de entrar) 



Na real, eu só sei de uma pessoa que já leu isso daqui, mas eu gosto de deixar esse diário, pra não esquecer a pessoa que já leu aqui foi Antonielly, TE amo garota diferente... Essa ai em baixo na foto é a Jéssica, eu botei ela aqui porque queria botar essa foto minha, e ela tá na foto...
eu e Jéssica