terça-feira, 28 de julho de 2009

O navio.

Era uma vez um navio, um navio que velejava a pouco tempo, mas todos achavam que tinham mais idade do que era verdade. Bom, a diferença é esse navio carregava todos os seus tripulantes em uma cabine do lado esquerdo, a cabine de comando. Não existia pessoas espalhadas nele, todos estavam ali na cabine de controle, e outras pessoas? Só se fossem de outro navio. É claro que algumas alguns de seus tripulantes saíram correndo dessa cabine e se jogaram ao mar, nada podia fazer, afinal era ele que sempre deixava os outros decidirem.
Na verdade aquele não era o navio mais cheio de certezas que existe no oceano, sabia estar ora em uma rota, ora em outra rotas. Se dividia por rotas, dava importância a umas e a outras nem tanto. Nos portos e em outros lugares que reuniam pedestres se dizia, aquele é o navio que eu sempre quis navegar, isso passava na boca das moças ou dos mais sábios, ou até dos simples encantados.

O navio tinha poucas certeza, quase nenhuma. Ele apenas sabia que havia ainda muito por onde andar, muito para se saber. Que o seu caminho estava só começando, e que não era a hora de baixar a sua vela, que era hora de levantá-la, quem sabe até comprar uma nova. O navio gostava de outros navios, de ter eles por perto, para não andar hora alguma.

Bom, se você não entendeu ainda que navio é esse de quem falo, vamos pensar assim: Você assim como eu, é um navio. Naufragar? Quem decide é você.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Neste momento

Sentir nesse momento é algo que me esta sendo muito agradável.
Sentir nesse momento prova a mim que o melhor ainda estava por vir.
Todo este sentir fez com que eu me ultrapassasse, em sentidos que só eu posso entender.
O que sinto agora me faz tão bem.
Não sei se será para sempre, ou se logo vai passar.
Não posso ter essas certezas que queria.

sábado, 25 de abril de 2009

"As vezes temos que escolher, entre subir em uma corda ou soltar-se dela, eu escolho soltá-la para cair plenamente nos braços da felicidade."

terça-feira, 21 de abril de 2009

Até agora...

...Muita coisa não mudou, mas o que tenho de maior novidade é que depois de um longo tempo viajei em férias com minha família, não foi bem em férias, porque eu não estava e sim o meu PAI.
Vários Shopings, praia, e orgulhosamente/vergonhasamente, confesso que eu, um soteropolitano, conheci o Pelourinho e o Elevador Lacerda com 15 anos. Putz. Nem eu sei porque!

(ANTES TARDE DO QUE NUNCA)

Ai vai imagens do passeio e também um foto que esta em especial para mim:




foto 1 - se liga na placa
foto 2 - Pelourinho
foto 3 - Me emociona, e não é por causa do gol vermelho!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Por esse tempo,



Bom, por este tempo em que passei distante daqui, passei por turbulências, de uma escola para outra, tendo que tomar decisões que vão influenciar toda minha vida, derramando lágrimas, precisando de colo fiquei um mês longe de casa, mas, agora estou de volta, não voltei exclamando que agora sei o valor que tem os pais, sempre soube o valor que eles possuem. Voltei exclamando valores mais simples, voltei exclamando o valor real que a minha alegira tem, e quando falo de minha alegria envolvo mil e outras pessoas. Volto para casa deixando novas pessoas, mas, guardando elas para sempre em meu coração, nessa ida ao mundo quase me apaixonei, mas, antes disso pude perceber que existem amizades que começam amizades e vão ser pra sempre amizades.
Volto confiando no altíssimo, volto confiando que ele me dará novas oportunidades, que ele me quer mais perto dele, que ele cuida de mim, e nunca me entregou ao mal, louvo a ele por isso e deixo aqui registrado a minha real fé em DEUS.