terça-feira, 28 de julho de 2009

O navio.

Era uma vez um navio, um navio que velejava a pouco tempo, mas todos achavam que tinham mais idade do que era verdade. Bom, a diferença é esse navio carregava todos os seus tripulantes em uma cabine do lado esquerdo, a cabine de comando. Não existia pessoas espalhadas nele, todos estavam ali na cabine de controle, e outras pessoas? Só se fossem de outro navio. É claro que algumas alguns de seus tripulantes saíram correndo dessa cabine e se jogaram ao mar, nada podia fazer, afinal era ele que sempre deixava os outros decidirem.
Na verdade aquele não era o navio mais cheio de certezas que existe no oceano, sabia estar ora em uma rota, ora em outra rotas. Se dividia por rotas, dava importância a umas e a outras nem tanto. Nos portos e em outros lugares que reuniam pedestres se dizia, aquele é o navio que eu sempre quis navegar, isso passava na boca das moças ou dos mais sábios, ou até dos simples encantados.

O navio tinha poucas certeza, quase nenhuma. Ele apenas sabia que havia ainda muito por onde andar, muito para se saber. Que o seu caminho estava só começando, e que não era a hora de baixar a sua vela, que era hora de levantá-la, quem sabe até comprar uma nova. O navio gostava de outros navios, de ter eles por perto, para não andar hora alguma.

Bom, se você não entendeu ainda que navio é esse de quem falo, vamos pensar assim: Você assim como eu, é um navio. Naufragar? Quem decide é você.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Neste momento

Sentir nesse momento é algo que me esta sendo muito agradável.
Sentir nesse momento prova a mim que o melhor ainda estava por vir.
Todo este sentir fez com que eu me ultrapassasse, em sentidos que só eu posso entender.
O que sinto agora me faz tão bem.
Não sei se será para sempre, ou se logo vai passar.
Não posso ter essas certezas que queria.